Na sessão da Câmara de Vereadores de Presidente Getúlio, realizada na segunda-feira (03), vereadores do MDB e União Brasil votaram contra o projeto de lei do Executivo Municipal que previa o fim do pagamento integral dos honorários advocatícios (verba de sucumbência) aos procuradores do município.
A proposta buscava corrigir o repasse total desses valores aos procuradores e destinar parte deles a um Fundo Jurídico Municipal. Esse fundo seria utilizado para custas processuais, capacitações e investimentos em tecnologia, gerando economia de milhares de reais por ano para o município.
O placar da votação ficou em 5 votos a favor e 4 contra, porém o projeto exigia maioria absoluta para ser aprovado. O presidente da Câmara, Ernesto Avancini (PL), favorável à proposta, não pôde exercer o voto de desempate após a abstenção do vereador Aroldo Schunke (MDB), o que levou à rejeição do projeto.
Como votou cada vereador:
Adilson Krieger (MDB) – Contra
Alexandre da Silva (PP) – A favor
Alexandro Suchara (PP) – A favor
Aroldo Schunke (MDB) – Abstenção
Carlos Alexandre Chiodini Zanis (PP) – A favor
Jean Kleiton Erhardt (MDB) – Contra
Josiane Tessarolli Pinheiro Cabral (REP) – A favor
Mateus Aurélio Marchi (MDB) – Contra
Renato Wilhelm (PL) – A favor
Vanderlei José Poffo (União Brasil) – Contra
O projeto foi rejeitado por manobra regimental, mesmo com maioria favorável ao Executivo.
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