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Embora o caso tenha referência à compra de Respiradores Fantasma pelo Governo de Santa Catarina, o qual teve a perda de R$33 milhões de reais, o processo na PGR é totalmente independente do processo do Tribunal Especial do Impeachment, que julga o CRIME NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.
Moisés pode não ter sido colocado CRIMINALMENTE como o autor do crime, formador de quadrilha, ou participante ativo do crime, mas na questão ADMINISTRATIVA, não só tem indícios, mas PROVAS MATERIAIS expostas no último julgamento, onde um dos DESEMBARGADORES mostrou um Projeto de Lei, assinado digitalmente por Moisés, o qual pedia "a legalização da COMPRA COM PAGAMENTO ANTECIPADO" o que já é proibido por lei no Estado de SC.
Portanto, Moisés mostra pelo Projeto de Lei, que SABIA DAS TRATATIVAS das compras e que os vendedores ou os compradores necessitavam de PAGAMENTO ANTECIPADO.
Aquidabã Notícias